sábado, 3 de maio de 2008

mmn

1. BÁSICO, O (1998)
FAILLA, DON
RECORD
2. COMO FICAR RICO EM NETWORK MARKETING (1996)
BREMNER, JOHN
RECORD
3. COMO SER BEM-SUCEDIDO EM NETWORK MARKETING (1996)
HAWKINS, LEONARD
RECORD
4. CONHEÇA OS SEGREDOS DO NETWORK MARKETING (1998)
CLEMENTS, LEONARD
RECORD
5. MAIOR PROFISSIONAL DE NETWORK MARKETING DO MUNDO, O (1998)
FOGG, JOHN MILTON
RECORD
6. MARKETING DE REDE: A FÓRMULA DA LIDERANÇA (1998)
BUAIZ, SERGIO
INSTITUTO MLM BRASIL
7. MARKETING DE REDE DE VENDAS - NETWORK SALES: A EVOLUÇAO DA VENDAS PORTA A PORTA
Kishel, Patricia Gunter ; Kishel, Gregory F.
8. MARKETING DE REDE (1996)
MARKS, WILL
MAKRON
9. MARKETING DE REDE (1997)
GRACIOSO, FRANCISCO / NAJJAR, EDUARDO RIENZO
ATLAS
10. MARKETING DE REDES DE DISTRIBUIÇÃO (2001)
ZIGLAR, ZIG
CAMPUS
11. MARKETING MULTINÍVEL: GUIA DE AÇÃO (2000)
BRAGA, DENÍLSON
SAPIENS
12. MUITO MAIS SOBRE NETWORK MARKETING (1997)
POE, RICHARD
RECORD
13. MULTIPLICANDO BEM-ESTAR: COMO DESENVOLVER SUA PRÓPRIA DISTRIBUIÇÃO DE BASE
DOMICILIAR, ILIMITADA E MILIONÁRIA (2005)
BUAIZ, SERGIO
CHANCE NETWORK
14. NETWORK MARKETING COM A ESPERTEZA DAS RUAS (1999)
BUTWIN, ROBERT
RECORD
15. SEGREDOS DA AMWAY, OS (1999)
CROSS, WILBUR
MADRAS
16. SUA LIBERDADE FINANCEIRA, A (1992)
BLANCHARD, ANDRÉ
GENTE
17. TUDO SOBRE NETWORK MARKETING (1996)
POE, RICHARD
RECORD
18. VENDA PORTA A PORTA: UMA PROFISSAO DE SUCESSO (2001)
RIBEIRO, JOAO
MADRAS
19. VIDA EMPREENDEDORA, UMA (1998)
ANDEL, JAY VAN
RECORD
Chamada de Planos de Compensação, tem diferentes opções
por Marcelo Alves e Marcelo Pinheiro


No artigo "Sucesso na Venda Direta começa na escolha do modelo de vendas", publicado na edição 116 da revista Venda Mais (Dezembro/2003), no site da ABEVD (www.abevd.org.br) e no Portal Vendas Diretas (www.vendasdiretas.com.br), abordamos a importância da definição do Modelo Comercial mais adequado ao negócio pretendido pelo empresário ou empreendedor que deseje ingressar na Venda Direta.
Complementando este processo inicial para estabelecer seu canal de revendedores e acessar seus consumidores de forma consistente neste importante mercado, a empresa deve então definir o Plano de Compensação mais vantajoso e que tenha condições de atrair revendedores, pois é o que irá remunerá-los de forma crescente e de acordo com seus resultados.
Plano de Compensação é a estrutura de distribuição de ganhos que, na Venda Direta, diferencia as formas de compensação clássicas existentes, que são:
Unilevel ou Monolevel
É a estrutura mais explorada no Brasil, baseada em revendedores autônomos que auferem seu lucro a partir da diferença obtida entre o preço de revenda para seus clientes e o preço que pagaram pelos produtos para a empresa. Geralmente, são recrutadas por supervisoras de venda (CLT ou não).
Estas supervisoras, ou promotoras, por sua vez, recebem uma ajuda de custo para "recrutar" e "gerenciar" suas revendedoras, sendo que têm também uma remuneração variável, na forma de comissões, pelo cumprimento das metas de vendas estabelecidas pela empresa. As revendedoras formam o Canal de Vendas, independente, e as supervisoras formam a Força de Vendas, vinculada à empresa, no entanto exclusiva e produtiva.

Multilevel ou Marketing de Rede
Equivocadamente confundido com as "pirâmides" (formas ilegais de "correntes da felicidade" que se popularizaram no final dos anos 80), é a forma de compensação que mais cresce no mundo, apesar de ainda representar apenas 5% das vendas no Brasil.
É baseado em modelos matemáticos complexos, de ganhos exponenciais de cada nível das equipes, a partir de percentuais diferenciados de participação nas vendas dos níveis inferiores de revendedores indicados.
Apresenta potencial de grande crescimento e pulverização de canal, mas é altamente dependente de equipes compostas por indivíduos com perfil empreendedor e de grande entusiasmo. Demanda grande foco motivacional dos líderes autônomos que montam e comandam as equipes e precisa de significativo investimento da empresa em um sistema sofisticado, estável e absolutamente confiável que compute as vendas de todos os revendedores para apuração, registro e atribuição correta e imediata dos percentuais de comissão de cada nível da rede.

Distribuidores (Pessoa Jurídica)
Esta forma de compensação caracteriza-se pela baixíssima interação e entre a empresa e os efetivos revendedores que acessam os consumidores, bem como baixo controle sobre o Canal de Vendas, ainda que represente uma das formas mais econômicas de iniciar um negócio na Venda Direta.
As empresas firmam contrato de representação junto a distribuidores independentes legalmente estabelecidos como Pessoa Jurídica, os quais passam a ser os principais intermediários entre a empresa e o mercado. Estes representantes são os elementos que efetivamente adquirem os produtos da empresa, com um determinado desconto, o que permite seu repasse com margem para seus próprios revendedores autônomos.
Nesta forma de compensação, o distribuidor é o maior, quando não o único responsável pela captação, treinamento e motivação de seus revendedores e acaba sendo quem estabelece a relação com os revendedores, que por sua vez não estabelecem fidelidade efetiva com a empresa, salvo raras e louváveis exceções.

Esta é apenas uma visão básica desta importante variável do negócio de Venda Direta, que também deve ser considerada por todo empresário ou empreendedor que deseje adotá-la como um canal alternativo ou mesmo principal nas vendas de sua empresa.
Sem isso, corre-se o risco de gastar mais dinheiro e perder tempo valioso na construção de uma equipe e modelo de vendas sem consistência e desalinhados da personalidade e apelo do seu negócio, erros capitais também neste mercado, altamente competitivo e em franco desenvolvimento, e que se consolida a cada ano de forma mais notória no Brasil.
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Marcelo Alves e Marcelo Pinheiro são consultores especializados no desenvolvimento de negócios de Vendas Diretas da DirectBiz Consultants (www.directbiz.com.br).
começa na escolha do Modelo de Vendas
por Marcelo Alves e Marcelo Pinheiro


Em um ano difícil como está sendo o de 2003, o segmento de Venda Direta registrou 21% de crescimento no primeiro semestre. Este resultado obviamente tem chamado a atenção de novos entrantes e mesmo de empresas já estabelecidas, que vêem na Venda Direta uma oportunidade estratégica para alavancar seus resultados ao adotá-la como um canal alternativo, e às vezes até mesmo principal, utilizando seu incomparável potencial de mobilização de pessoas e de grande pulverização do acesso aos consumidores.
Porém, corre-se o risco de não obter a alavancagem de resultados esperada se não houver clareza dos gestores da empresa em entender as diversas peculiaridades deste sistema de vendas e os detalhes que fazem da Venda Direta efetivamente um Sistema de Vendas, que como tal depende de regras de negócio próprias e do estabelecimento de parâmetros específicos de atuação, obviamente com consistência e adequação ao produto vendido e à cultura da empresa. Estes fatores influenciam fortemente o grau de comprometimento das equipes de vendas, dos gestores destas equipes e a credibilidade dos clientes nos processos da empresa que adota este sistema.
Sejam quais forem estas regras e parâmetros a serem estabelecidos para o correto funcionamento de um Sistema de Venda Direta e a obtenção de resultados confiáveis e concretos, elas só poderão ser estabelecidas a partir do primeiro e inescapável passo que deve ser dado pela empresa: estabelecer seu Modelo de Venda Direta e a Forma de Compensação de seus revendedores
Os Modelos de Venda Direta
Percebida por muitos como uma forma única de vendas, na verdade a Venda Direta se desdobra em várias formas diferentes de atingir o consumidor final, e a empresa precisa saber identificar o modelo que mais se adequa aos seus produtos, sua infra-estrutura operacional, seu perfil de consumidor, ao ritmo de crescimento esperado do Canal, ao seu orçamento e sua expectativa de retorno. Os modelos determinam o perfil das equipes de venda e a relação que estabelecerão com os clientes, ditam o modelo de treinamento e a orientação dos materiais de comunicação da empresa.
A Venda Por Catálogo
Não muito tradicional no Brasil, neste modelo a relação entre a empresa e o consumidor é quase inexistente e restringe-se à entrega do catálogo através de uma revendedora para divulgação das novidades e produtos e o retorno dela apenas para a retirada do pedido.
A decisão de compra se dá em grande parte devido à variedade de produtos e soluções do catálogo, e principalmente pelas condições comerciais disponibilizadas (produtos com descontos e promoções).
Demanda um perfil menos sofisticado da equipe de vendas e baixo investimento em treinamento, e requer mais verbas para produção e distribuição em larga escala do material de comunicação.

A Venda Porta a Porta
Muito tradicional no Brasil, este modelo requer uma relação da revendedora com o consumidor mais freqüente, sendo a revendedora uma demonstradora pessoal dos produtos e das promoções, porém a decisão de compra se dá em grande parte devido à habilidade da revendedora e principalmente pelas condições comerciais disponibilizadas (descontos sobre os preços do catálogo, prazos diferenciados de pagamento, promoções e até brindes).
Pressupõe um perfil de equipe de vendas mais hábil em demonstração de produtos e negociação e investimento médio em treinamento, mais verbas para desenvolvimento de mostruário de produtos e amostras para cativar o consumidor final.
A Venda "Party Plan"
É um modelo baseado em promover a interação entre consumidores e potenciais clientes e revendedores diretamente com os produtos, em reuniões de demonstração informais realizadas nas casas de "anfitriãs". Chamado mundialmente de "Party-plan", é ainda largamente utilizado por empresas que comercializam principalmente utensílios domésticos. É de grande valia para produtos que dependam de demonstração coletiva e que causem impacto ao terem seus diferenciais explorados na prática, porém, devido às mudanças na sociedade atual diante da violência e criminalidade crescentes nos grandes centros, demanda grande esforço de convencimento por parte das revendedoras para conseguir que potenciais anfitriãs cedam sua casa para a realização das reuniões.
A Venda por Consultoria
Este modelo, largamente explorado e depurado ao longo dos últimos 20 anos foi consagrado principalmente por empresas de cosméticos de grande valor agregado no Brasil. É altamente dependente de revendedoras capacitadas para entender os benefícios, vantagens e diferenciais dos produtos para estabelecer vínculos de confiança na recomendação junto a seus clientes, criando uma relação continuada e que busca a ampliação do consumo e da rede de relacionamentos da revendedora. É o mais indicado para empresas cujos produtos demandem mudanças de hábito nos consumidores, tenham posicionamento de preço premium ou dependam de forte argumentação na indicação e recomendação de uso. Demanda investimentos continuados em conceitos de produto e comunicação e na estrutura de treinamento, que deve ser contínuo, bem como grande foco em ações de marketing de Relacionamento e de Reconhecimento.
É isso. E é só o começo, pois após entender e identificar o Modelo apropriado para estabelecer seu canal de Vendas Diretas e acessar seus consumidores, a empresa deve então definir a forma de remuneração mais adequada para que tenha condições de atrair revendedores e motivá-los para a busca de resultados. Estas formas são chamadas formalmente de Planos de Compensação, que são variados e também atraentes, mas este já é um assunto para outra oportunidade... Até lá!
Marcelo Alves e Marcelo Pinheiro são consultores especializados no desenvolvimento de negócios de Vendas Diretas da DirectBiz Consultants (www.directbiz.com.br).
Publicado na revista especializada "Venda Mais" (No. 116 - Dezembro de 2003 - pg. 30)

Histórico | F.A.Q | O que é venda Direta ?

As primeiras notícias que se tem da venda direta no mundo moderno datam do final do Século XVIII, quando a Enciclopédia Britânica passou a ser uma das primeiras empresas a adotar este sistema de comercialização.
A ABEVD nasceu em 1980, com a missão de desenvolver e valorizar o sistema de venda direta no Brasil, promovendo relações éticas com os consumidores, vendedores diretos e entre empresas e estimulando a auto-regulamentação do setor.
As primeiras empresas associadas foram: Avon, Natura, Algemarim, Jafra, Yakult, Stanley Home, Dalijú, Ellen Joy, Vogue, Daya e Sharmon.
Venda Direta no Brasil
1959 Avon

1969 Natura e Stanley Home

1970 Chrystian Gray, Jafra, Rodhia, Tupperware

1980 Segmento cresce 20% ano ano

1980 Fundação da ABEVD

1981 Pierre Alexander

1988 Hinode

1990 Amway, Bom Apetite, Nature’s, Sunshine, Hermes, Yves Rocher, Post Haus

1995 Herballife

1996/98 MaryKay, DeMillus

1999 Nu Skin

2000 Nestlé

2001 Jafra, Yakult Cosmetics, Tianshi

2002 Anew, Flora Brasil, Sara Lee, Aretta e Essence

2003 Bionativa, Ceraflame, Morinda, Ayur Vida, Catálogo Legal e Perfam

2004 Contém 1G e Fibrative

Membro da WFDSA, a ABEVD segue os Códigos de Conduta implantados por todas as associações filiadas, representando mais de 60 países. Os Códigos são um importante instrumento de proteção dos interesses dos consumidores e vendedores, pois tratam das mais diversas questões: desde critérios de recrutamento até respeito à privacidade dos consumidores.
Todos os agentes envolvidos no sistema de venda direta, das empresas aos vendedores diretos, são comprometidos com os princípios e regras dos Códigos de Conduta.









O Marketing de Rede (MLM ou Multilevel) já representa 96,7% dos US$ 32,18 bilhões de faturamento do setor de Vendas Diretas nos Estados Unidos (fonte: DSA - Direct Selling Association).

No Brasil, porém, essa onda apenas começou a se formar. Segundo a divulgação feita pela ABEVD em fevereiro deste ano, o setor movimentou R$ 16 bilhões em 2007 e vem crescendo a uma taxa de dois dígitos há quase uma década (muito acima do varejo). O Brasil já é o quinto maior mercado mundial de Vendas Diretas, embora o Marketing de Rede ainda represente menos de 10% desse faturamento. Parece pouco, mas vale lembrar que o Marketing de Rede dobrou sua participação nos últimos três anos e vem ganhando cada vez mais espaço na mídia.

Autores consagrados já se renderam à novidade, como Donald Trump, Robert Kiyosaki, T. Harv Eker, Roberto Shinyashiki, Lair Ribeiro, Sergio Buaiz e Mauro Halfeld, apenas para citar os mais influentes.




Apesar do preconceito de alguns e da irresponsabilidade de outros (que divulgam o Marketing de Rede como um esquema de enriquecimento rápido e fácil), basta analisar esses números com um pouco mais de atenção para reconhecer que trata-se de uma grande oportunidade. Sabemos que nem todas as empresas e pessoas envolvidas terão sucesso (como em tudo na vida), mas aqueles que desenvolverem seriamente farão fortuna nos próximos anos.

Agora pergunte a si mesmo:

1 - Se está funcionando para tantas pessoas, por que não para mim?
2 - Será que eu realmente sei do que se trata?
3 - Será que eu tive acesso a todas as informações, de todas as oportunidades existentes e de fontes confiáveis?




Em primeiro lugar, você não precisa parar de fazer absolutamente nada do que faz hoje para começar este negócio como plano B, C, D... ou mesmo um investimento de longo prazo, para antecipar sua aposentadoria e garantir o futuro dos seus filhos.

Neste sistema, você é totalmente livre para determinar suas metas e horários, o que significa dizer que não existe uma regra igual para todos. Algumas pessoas fazem Marketing de Rede em tempo muito parcial, plantando e regando suas sementes para o futuro. Outras, por terem maior disponibilidade, necessidade ou interesse, mergulham de cabeça e constróem grandes resultados em um espaço de tempo mais curto. Ótimo! Isso é liberdade de escolha!

A verdade é que não existe outro negócio mais acessível e, ao mesmo tempo, tão poderoso, para você acumular o seu primeiro milhão. E mesmo que você já tenha muito dinheiro, nunca é demais construir uma renda passiva, crescente, vitalícia e hereditária!




Este site contém informações básicas sobre o setor de Vendas Diretas e Marketing de Rede, com o objetivo de ampliar a sua visão. Agora, cabe a você decidir se vale a pena conhecer a nossa oportunidade.

As informações abaixo são fundamentais para darmos continuidade ao seu atendimento por e-mail ou telefone.

O futuro está em suas mãos!


Este formulário encontra-se indisponível porque é apenas um modelo de como ficará o seu site. Obrigado!

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"Está comprovado que o marketing de rede é uma fonte de receita viável e gratificante (...)"
— Donald Trump
Livro: "Nós Queremos que Você Fique Rico" (p.297)



"(...) hoje em dia aconselho as pessoas a levar em consideração o marketing de rede."
— Robert Kiyosaki
Livro: "Independência financeira" (p.98)



"(...) uma ótima opção é entrar para uma empresa de marketing de rede."
— T. Harv Eker
Livro: "Os segredos da mente milionária" (p.121)



"Tente o Marketing Multinível. Você será autônomo, terá o treinamento apropriado e não terá chefes pegando no seu pé. Os resultados serão conseqüência direta do seu esforço."
— Max Gehringer
Rádio: Coluna CBN (03/12/2007)



"Definitivamente, o problema não é o marketing de rede, e sim a maneira como a pessoa assume o negócio."
— Roberto Shinyashiki
Livro: "Tudo ou nada" (p.20)



"(...) como em qualquer outro ramo de atividade, há boas e más empresas de marketing de rede, bem como há bons e maus distribuidores."
— Lair Ribeiro
Livro: "Uma venda não ocorre por acaso" (p.183)



"(...) o Marketing de Rede é, sem sombra de dúvidas, um dos caminhos mais interessantes para se tentar equilibrar a má distribuição de renda do nosso planeta."
— Sergio Buaiz
Livro: "Marketing de Rede - A fórmula da liderança" (p.49)



"Sugestões para ganhar mais: ter um segundo trabalho, sim, aproveitar os momentos de folga para ter mais renda. (...) sem falar na enorme variedade de produtos a serem vendidos no marketing de rede."
— Mauro Halfeld
Rádio: Coluna CBN Dinheiro (24/08/2006)

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